terça-feira, 2 de setembro de 2008
Câmara de Criciúma repudia PLC 122/2006
http://camara.virtualiza.net/noticia.php?noticia_cod=895
Um grupo ligado ao GLBT ( Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros) não concordou com a posição da Câmara de Vereadores de Criciúma na sessão de hoje (19/8). Isso porque foi aprovado o Requerimento do vereador Vânio dos Santos (PP), que pede o envio de expediente com os anexos às 293 Câmaras de Vereadores do Estado, assim como a todos os Deputados Estaduais, Federais e Senadores Catarinenses, solicitando manifestações dos parlamentares pela rejeição do PLC 122/06, que está tramitando no Senado Federal. Apenas o vereador Carlos Augusto Euzébio, o Kabuki (PT), foi contra ao requerimento que foi aprovado pelos vereadores Vânio de Oliveira, Geraldo Giassi, Itamar da Silva, Sandro Barcelos, Vanderlei Zilli, Zé Argente e Airton Martins, Pastor Gusmão dos Santos.
Polêmico, o requerimento que foi bastante discutido e garantiu o debate acalorado na sessão por mais de 30. “Não acredito que nós vereadores vamos permitir que esse requerimento seja aprovado sobre a pena de envergonhar essa casa numa discussão de liberdade sexual de cada um. O PLC, que está se discutindo em Brasília não acrescenta nada na lei. Apenas repassa aos GLBT a garantia que não serão discriminados perante a sociedade. Os negros sofreram para garantir esse direito”, defendia o vereador Kabuki.
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Está de parabéns a cidade de Criciúma. Nós, cidadãos de bem, devemos aproveitar a ocasião para manifestar nosso agradecimento à postura corajosa desses vereadores, preocupados e empenhados em preservar os bons costumes em nossa sociedade, bastante ameaçados por esses grupos terroristas GLBT. Manifeste aqui seu agradecimento: http://camara.virtualiza.net/fale.php#formulario , pois os gays estão furiosos e hostilizando bastante estes diligentes vereadores.
sábado, 30 de agosto de 2008
Os riscos à saúde do sexo gay
Sumário Executivo
Relações sexuais entre membros do mesmo sexo expõem gays, lésbicas e bissexuais a riscos extremos de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), danos físicos, desordens mentais e até uma abreviada amplitude de vida. Há cinco maiores distinções entre os relacionamentos gay e heterossexual, com conseqüências médicas específicas. São elas:
Níveis de Promiscuidade
Antes da epidemia de AIDS, um estudo de 1978 descobriu que 75% dos machos gays brancos invocaram ter tido mais que 100 parceiros sexuais masculinos durante a vida: 15% invocaram 500 à 999; e 28% reivindicaram mais de 1000 parceiros sexuais masculinos. Níveis de promiscuidade subseqüentemente declinaram, mas alguns observadores estão preocupados que a promiscuidade esteja novamente se aproximando dos níveis dos anos 70. A conseqüência médica dessa promiscuidade é que gays têm uma probabilidade grandemente acrescida de contrair HIV/AIDS, sífilis e outras DST’s.
Excessos similares de promiscuidade têm sido documentados entre lésbicas. Porém, um estudo australiano descobriu que 93% das lésbicas relataram terem tido sexo com homens, e lésbicas eram 4,5 vezes mais prováveis que mulheres heterossexuais terem tido mais de 50 parceiros sexuais masculinos durante a vida inteira. Qualquer grau de promiscuidade sexual carrega o risco de contrair DST’s.
Saúde Física
Práticas sexuais comuns entre homens gays conduzem a inúmeras DST’s e danos físicos, algumas das quais são virtualmente desconhecidas na população heterossexual. Lésbicas estão também em risco maior para as DST’s. Em acréscimo às doenças que podem ser transmitidas durante o sexo lésbico, um estudo em uma clínica de DST australiana descobriu que lésbicas eram 3 a 4 vezes mais prováveis que mulheres heterossexuais a terem sexo com homens que estavam em alto risco por HIV.
Saúde Mental
Está bem estabelecido haver altas taxas de doenças psiquiátricas, incluindo depressão, abuso de drogas e tentativas suicidas entre gays e lésbicas. Isso é verdade até na Holanda, onde relacionamentos gay, lésbico e bissexual (GLB) são bem mais aceitáveis socialmente do que nos EUA. Depressão e abuso de drogas são fortemente associados com práticas sexuais arriscadas que conduzem a sérios problemas médicos.
Amplitude de Vida
O único estudo epidemiológico a datar a amplitude de vida de homens gays concluiu que homens gays e bissexuais perdem mais de 20 anos de expectative de vida.
Monogamia
A monogamia, significando fidelidade sexual por um longo termo, é rara em relacionamentos GLB, particularmente entre homens gays. Um estudo relatou sexo fora do relacionamento no primeiro ano, e quase 90% se o relacionamento permaneceu por 5 anos.
Encorajar pessoas a se engajar em comportamento sexual de risco mina boa saúde e pode resultar em uma abreviada amplitude de vida. Ainda que seja exatamente o que empregadores e entidades governamentais estejam fazendo quando eles concedem a pares GLB benefícios ou status que fazem os relacionamentos GLB parecerem mais socialmente aceitáveis.
Os Riscos a Saúde do Sexo Gay
Introdução
De volta ao começo dos anos 80, enquanto trabalhava no Hospital Beth Israel, eu vividamente me recordo de ver homens jovens gays saudáveis morrendo de uma misteriosa doença que pesquisadores somente posteriormente identificaram como uma doença transmitida sexualmente — a AIDS. Durante os anos, eu tenho visto muitos pacientes com aquele diagnóstico morrerem.
Como medico, é meu dever avaliar comportamentos pelo seu impacto na saúde e bem-estar. Quando algo é benéfico, tal como exercício, boa nutrição, ou sono adequado, é meu dever recomendá-lo. Da mesma forma, quando algo é nocivo, tal como fumar, comer em excesso, abusar de álcool ou drogas, é meu dever desencorajá-lo.
Quando atividade sexual é praticada fora do casamento, as conseqüências podem ser bastante sérias. Sem questão, a promiscuidade sexual freqüentemente dispersa doenças, desde triviais a sérias e até mortíferas. Com efeito, o Centro de Controle de Doenças e Prevenção estima que 65 milhões de norte-americanos têm uma doença sexualmente transmissível incurável. (DST).1
Há diferenças entre homens e mulheres nas conseqüências de atividade do mesmo sexo. Mas o mais importante, as conseqüências da atividade homossexual são distintas das conseqüências de atividade heterossexual. Como um médico, é meu dever informar pacientes dos riscos à saúde do sexo gay, e desencorajá-los de se viciarem em comportamento nocivo.
I. DIFERENÇAS ENTRE RELACIONAMENTOS HOMOSSEXUAL E HETEROSSEXUAL
A pintura atual da mídia dos relacionamentos gay e lésbico é que eles são tão saudáveis, estáveis e amáveis como casamentos heterossexuais — ou mesmo até mais.2 Associações médicas estão promovendo de certa forma mensagens similares.3 Todavia, há pelo menos 5 maiores áreas de diferenças entre relacionamentos gay e heterossexual, cada qual com conseqüências médicas específicas. Essas diferenças incluem:
A. Níveis de promiscuidade
B. Saúde física
C. Saúde mental
D. Amplitude de vida
E. Definição de "monogamia"
A. Promiscuidade
O autor gay Gabriel Rotello registra a perspectiva de muitos gays que "a liberação gay fosse fundada . . . em uma 'irmandade sexual de promiscuidade,' e qualquer abandono dessa promiscuidade atingiria uma 'traição comunal de proporções gigantescas.'"4 A percepção de Rotello da promiscuidade gay, que ele critica, é consistente com resultados de pesquisas. Um bem abrangente estudo de homens homossexuais publicado em 1978 revelou que 75% dos auto-identificados, homens gays brancos admitiram ter sexo com mais de 100 diferentes homens em sua vida inteira: 15% reivindicaram 100-249 parceiros sexuais; 17% reivindicaram 250-499; 15% reivindicaram 500-999; e 28% reivindicaram mais de 1,000 parceiros sexuais masculinos a vida toda.5 Por volta de 1984, depois que a epidemia de AIDS tinha se consolidado, homens homossexuais estavam supostamente cortando a promiscuidade, mas não o suficiente. Em vez de mais de 6 parceiros por mês em 1982, a media não-monogâmica respondendo a San Francisco relatou ter cerca de 4 parceiros por mês em 1984.6
Em anos mais recentes, o Centro de Controle de Doenças norte-americano relatou um aprimoramento na promiscuidade, pelo menos entre homens homossexuais jovens em San Francisco. De 1994 a 1997, a percentagem de homens homossexuais relatando múltiplos parceiros e sexo anal desprotegido subiu de 23.6 a 33.3%, com o maior acréscimo entre homens abaixo de 25.7 A despeito de continuar incurável, a AIDS não mais parece deter indivíduos de se engajar em sexo gay promíscuo.8
Os dados relatando a promiscuidade gay foram obtidos de homens gays auto-identificados. Alguns defensores argumentam que a média seria mais baixa se homossexuais enrustidos fossem incluídos nas estatísticas.9 Isso é provavelmente verdade, de acordo com dados obtidos em uma pesquisa de 2000 na Austrália que investigou se homens que tinham sexo com homens eram associados com a comunidade gay. Homens que estavam associados com a comunidade gay eram quase quatro vezes mais prováveis de terem tido mais do que 50 parceiros sexuais nos seis meses antecedentes à pesquisa do que homens que não estavam associados com a comunidade gay.10 Isso pode implicar que seja mais arriscado estar "fora" do que "no armário". Adotar uma identidade gay pode criar mais pressão a ser promíscuo e ficar assim com um bando de outros parceiros mais promíscuos.
Excessiva promiscuidade sexual resulta em sérias conseqüências médicas — de fato, é uma formula para transmitir doença e gerar uma epidemia.11 A epidemia de HIV/AIDS tem se tornado um assunto predominantemente gay nos EUA primordialmente por causa do maior grau de promiscuidade entre os gays.12 Um estudo baseado em estatísticas de 1986 até 1990 estimou que homens de 20 anos tinham uma chance de 50% de se tornar HIV positivo pela idade dos 55.13 Como em junho de 2001, aproximadamente 64% de homens com AIDS eram homens que tiveram sexo com homens.14 Sífilis é também mais comum entre homens gays. O Departamento de Saúde Pública de San Francisco recentemente relatou que sífilis entre os gays e bissexuais da cidade estava em níveis epidêmicos. De acordo com o San Francisco Chronicle:
"Experts acreditam que a sífilis está em elevação entre homens gays e bissexuais porque eles estão se engajando em sexo desprotegido com múltiplos parceiros, muitos dos quais eles encontraram em situações anônimas tais como sex clubs, livrarias adultas, encontros através da Internet e em saunas. Os novos dados mostrarão que nos 93 casos envolvendo homens gays e bissexuais esse ano, o grupo relatou terem 1,225 parceiros sexuais."15
Um estudo feito em Baltimore e relatado nos Arquivos de Medicina Interna descobriu que homens gays contraíram sífilis em três a quatro vezes a taxa de heterossexuais.16 A promiscuidade é o fator mais responsável pelas taxas extremas dessas e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis citadas abaixo, muitos dos quais resultaram em uma abreviada amplitude de vida para homens que mantêm relações sexuais com homens.
A promiscuidade entre lésbicas é menos extrema, mas é ainda mais alta do que entre mulheres heterossexuais. Por toda parte, mulheres tendem a ter menores parceiros sexuais do que homens. Mas há uma surpreendente descoberta a respeito da promiscuidade lésbica na literatura. Investigadores australianos relataram que mulheres lésbicas eram 4,5 vezes mais prováveis de terem tido mais do que 50 parceiros masculinos por toda a vida do que mulheres heterossexuais (9% de lésbicas versus 2% de mulheres heterossexuais); e 93% de mulheres que se identificaram como lésbicas relataram uma história de sexo com homens.17 Outros estudos similarmente mostram que 75-90% de mulheres que mantêm relações sexuais com mulheres têm tido também sexo com homens.18
B. Saúde Física
Comportamentos sexuais insalubres ocorrem tanto entre heterossexuais quanto homossexuais. Até evidências da ciência médica e social indicam que o comportamento homossexual seja uniformemente insalubre. Embora tanto práticas homossexuais masculinas e femininas conduzam a elevações nas Doenças Sexualmente Transmissíveis, as práticas e doenças são suficientemente diferentes que elas merecem discussão separada.
1. Comportamento Homossexual Masculino
Homens mantendo sexo com outros homens conduz a maiores riscos de saúde do que homens que mantém sexo com mulheres19 não somente por causa da promiscuidade mas também por causa da natureza dos sexo entre homens. Um pesquisador britânico resume o perigo como se segue:
"Comportamento homossexual masculino não é simplesmente ou 'ativo' ou 'passivo,' posto que o contato pênis-ânus, boca-pênis, e mão-ânus é usual para ambos parceiros, e contato boca-ânus não é infreqüente. . . . Contato boca-ânus é a razão para a relativamente alta incidência de doenças causadas por patogênicos do intestino em homossexuais masculinos. Traumas podem encorajar a entrada de microorganismos e assim, conduzir à lesões primárias sifilíticas ocorrendo na área anogenital. . . . Em acréscimo à sodomia, trauma pode ser causado por corpos estranhos, incluindo estimuladores de vários tipos, adornos no pênis e próteses."20
Embora as atividades específicas endereçadas abaixo possam ser praticadas por heterossexuais em tempos, homens homossexuais se engajam nessas atividades em extensão bem maior.21
a. Anal-genital
Intercurso anal é o sine qua non do sexo para muitos homens gays.22 Até a psicologia humana torna claro que o corpo não foi desenhado para acomodar essa atividade. O reto é significantemente diferente da vagina com respeito a qualidade de combinação para penetração por um pênis. A vagina tem lubrificantes naturais e é suportada por uma rede de músculos. É composta de uma membrana com um escamoso epitélio multi-camada estratificado que permite agüentar a fricção sem danificar e a resistir às ações imunológicas causadas por sêmen e esperma. Em comparação, o ânus é um delicado mecanismo de pequenos músculos que compreendem uma passagem "somente-saída". Com trauma repetido, fricção e estiramento, o esfincter perde seu aspecto e sua capacidade de manter um fecho apertado. Conseqüentemente, intercurso anal conduz ao escapamento de matéria fecal que pode facilmente se tornar crônico.
O potencial para ferimento é exacerbado pelo fato que o intestino têm somente uma única camada de células separando-o do mais alto tecido vascular, isto é, o sangue. Portanto, quaisquer organismos que são introduzidos no reto têm um ritmo muito mais fácil de estabelecer um suporte para infecção do que eles teriam na vagina. O único tecido de camada não pode resistir à fricção associada com a penetração peniana, resultando em traumas que expõem ambos participantes ao sangue, organismos em fezes, e uma mistura de fluídos corporais.
Além disso, ejaculação há componentes que são imuno-supressores. No curso de psicologia reprodutiva normal, isso permite ao esperma evadir-se às defesas imunes da fêmea. Inseminação retal em coelhos mostrou que esperma debilitou as defesas imunes do recipiente.23 Sêmen pode ter um impacto similar em humanos.24
O fim resultante é que a fragilidade do ânus e reto, junto com o efeito imuno-supressor da ejaculação, torna o intercurso anal-genital uma mais eficiente maneira de transmitir HIV e outras infecções. A lista de doenças encontrada com extraordinária freqüência entre praticantes homossexuais masculinos como um resultado de intercurso anal é alarmante:
Câncer Anal
Chlamydia trachomatis
Cryptosporidium
Giardia lamblia
Vírus da Herpes simplex
Vírus da Imunodeficiência humana
Vírus do papilloma humano
Isospora belli
Microsporidia
Gonorréia
Hepatito viral tipos B & C
Sífilis25
Transmissão sexual de algumas dessas doenças é tão rara na população exclusivamente heterossexual tal a ser virtualmente desconhecida. Outras, enquanto encontradas entre praticantes heterossexuais e homossexuais, são claramente predominantes por aqueles envolvidos em atividade homossexual. Sífilis, por exemplo, é encontrada entre praticantes heterossexuais e homossexuais. Mas em 1999, King County, Washington (Seattle), relatou que 85% dos casos de sífilis eram entre praticantes auto-identificados homossexuais.26 E, como registrado acima, sífilis entre homens homossexuais está agora em níveis epidêmicos em San Francisco.27
Uma pesquisa de 1988 do CDC identificou 21% de todos os casos de Hepatite B como sendo transmitidos homossexualmente enquanto 18% eram transmitidos heterossexualmente.28 Posto que homossexuais compreendem uma tal pequena porcentagem da população (só 1-3 por cento),29 eles têm uma significantemente mais alta taxa de infecção do que heterossexuais.30
Intercurso anal também põe os homens em risco significante a câncer anal. Câncer anal é o resultado da infecção com alguns subtipos de vírus papilloma humano (HPV), que são carcinogens virais conhecidas. Dados como os de 1989 mostraram as taxas de câncer anal em praticantes masculinos homossexuais a serem 10 vezes maior que de heterossexuais masculinos, e crescendo.30 Assim, a prevalência de câncer anal entre homens gays é de grande preocupação. Para aqueles com AIDS, as taxas são dobradas.31
Outros problemas físicos associados com intercurso anal são:
Hemorróidas
Fissuras anais
Traumas anorretais
Reter corpos estranhos.32
b. Oral-anal
Há uma extremamente alta taxa de infecções parasíticas e outras intestinais documentadas entre praticantes masculinos homossexuais por causa do contato oral-anal. Com efeito, há tantas infecções que uma síndrome chamada "o intestino gay" é descrita na literatura médica.33 "Síndrome do intestino gay constitui um grupo de condições que ocorre entre pessoas que praticam intercurso anal desprotegido, ânus-língua ou felação seguindo intercurso anal."34 Ainda que algumas mulheres foram diagnosticadas com algumas das infecções gastro-intestinais associadas com "intestino gay," a vasta preponderância de pacientes com essas condições são homens que mantêm relações sexuais com homens.35
"Coroar" é o nome de rua dado ao contato oral-anal. É por causa dessa prática que parasitas intestinais geralmente encontrados nos trópicos são encontrados nos corpos de gays homens norte-americanos. Combinado com intercurso anal e outras práticas homossexuais, "coroar" fornece uma rica oportunidade para uma variedade de infecções.
Homens que têm sexo com homens responsabilizam-se pela porção leonina do número crescente de casos na América de infecções sexualmente transmissíveis que são geralmente difundidas através do contato sexual. Essas doenças, com conseqüências que abrangem de severas e mesmo com risco de vida a meros aborrecimentos, incluindo Hepatite A,36 Giardia lamblia, Entamoeba histolytica,37 vírus Epstein-Barr,38 Neisseria meningitides,39 Shigellosis, Salmonellosis, Pediculosis, sarnas e Campylobacter.40 O Centro de Controle de Doenças (CDC) norte-americano identificou uma erupção de Hepatite A em Nova Iorque, em que 78% dos que respondiam por machos identificavam-se como homossexuais ou bissexuais.41Enquanto Hepatite A pode ser transmitida por rotas não sexuais, uma preponderância de Hepatite A é encontrada em homens gays em múltiplos estados.42 Salmonela é raramente associada com atividade sexual, exceto entre homens gays que têm contato oral-anal e oral-genital seguindo intercurso anal.43 A nova descoberta mais preocupante é a relatada transmissão sexual de tifóide. Essa doença que nasceu na água, bem conhecida nos trópicos, somente infecta 400 pessoas a cada ano nos EUA, usualmente como um resultado de ingestão de comida ou água contaminada ou água do exterior. Mas a transmissão sexual foi diagnosticada em Ohio em uma série de parceiros sexuais masculinos de um macho que tinha viajado a Porto Rico.44
Na América, o Vírus 8 da Herpes Humana (chamado Herpes Tipo 8 ou HHV-8) é uma doença encontrada exclusivamente entre praticantes homossexuais masculinos. Pesquisadores têm notado, há tempos, que homens que contraíram AIDS através de comportamento homossexual, freqüentemente desenvolveram uma anteriormente rara forma de câncer chamado sarcoma de Kaposi. Homens que contraem HIV/AIDS através de sexo heterossexual ou uso de droga intravenosa raramente revelam esse câncer. Estudos recentes confirmam que o sarcoma de Kaposi resulta de infecção com HHV-8. O jornal de Medicina de New England descreveu um cohort em San Francisco onde 38% dos homens que admitiam qualquer contato homossexual no espaço dos últimos cinco anos testaram positivos para esse vírus enquanto nenhum dos homens exclusivamente heterossexuais testaram positivos. O estudo predisse que metade dos homens tanto com HIV e HHV-8 desenvolveriam câncer no interior de 10 anos.45 A literatura médica é imprecisa atualmente sobre os precisos tipos de comportamento sexual que transmitem HHV-8, mas há uma suspeita que ele possa ser transmitido via saliva.46
c. Dejetos Humanos
Alguns homens gays sexualizam os dejetos humanos, incluindo a prática medicinalmente perigosa da coprofilia, que significa contato sexual com altamente infecciosos dejetos fecais.47 Essa prática expõe os participantes a todos os riscos do contato anal-oral e muitos dos riscos de contato anal-genital.
d. Punho
"Fisting" refere-se à inserção de uma mão ou antebraço no interior do reto, e é bem mais danosa do que intercurso anal. Rupturas podem ocorrer, junto com a incapacidade do esfincter anal. O resultado pode incluir infecções, inflamação e, conseqüentemente, elevada suscetibilidade a futuras DST’s. Vinte e dois por cento dos homossexuais em uma pesquisa admitiram ter participado nessa prática.48
e. Sadismo
A sexualização da dor e crueldade é descrita como sadismo, denominado pelo novelista do século XVIII, o Marquês de Sade. Sua novela “Justine” descreve repetidos estupros e açoitamentos não-consensuais.49 Nem todos as pessoas que praticam sadismo se engajam nas mesmas atividades. Mas um recente anúncio para uma "conferência" sadística incluiu um aviso que participantes deveriam ver "inflição intencional de dor [e] incisão de pele com sangramento . . . ." Oficinas programadas incluíram "Punho Vaginal" (com uma demonstração), "Sexualidade Sagrada e Incisão" com "uma demonstração de uma de incisão com um sujeito vivo," "Corda Áspera," e uma oficina de "Arreio Corporal" que envolvia "demonstrar e treinar a amarra de arreios eróticos no corpo que envolvem as genitálias, macho e fêmea."50 Um evento simliar entitulado "Vicious Valentine" ocorreu perto de Chicago em 15-17 de fevereiro de 2002.51 As conseqüências médicas de tais atividades abrangem de suaves a fatais, dependendo da natureza dos ferimentos inflingidos.52 Algo em torno de 37% de homossexuais têm praticado alguma forma de sadismo.53
f. Conclusão
As conseqüências da atividade homossexual têm alterado significantemente a distribuição de cuidados médicos a população em geral. Com a elevada incidência de organismos de DST em lugares inesperados, simples inflamação na garganta não é mais tão simples. Doutores devem agora pedir questões probantes de seus pacientes ou se arriscam a fazer um diagnóstico equivocado. A avaliação de uma inflamação na garganta deve agora incluir questões a respeito de sexo oral e anal. Um caso de hemorróidas não é mais apenas um problema cirúrgico. Nós devemos agora indagar sobre a prática sexual e considerar que câncer anal, gonorréia retal ou chlamydia retal podem ser separadas no que enganosamente parecer ser "apenas hemorróidas."54 De mais a mais, os dados mostram que gonorréia retal e na garganta, por exemplo, ficam sem sintomas em 75% dos casos.55
O impacto das conseqüências à saúde do sexo gay não está confinado aos praticantes homossexuais. Mesmo que aproximadamente 11 milhões de pessoas na América sejam diretamente afetadas por câncer, comparadas a um pouco mais de ¾ de um milhão com AIDS,56 gastar por paciente com AIDS é mais que sete vezes maior que com câncer.57 A injustiça para diabetes e doenças do coração é até mais impressionante.58 Conseqüentemente, a quantia desproporcional de dinheiro gasta com AIDS desacredita a pesquisa para curas de doenças que afetam mais gente.
2. Comportamento Homossexual Feminino
Lésbicas também estão em risco mais alto para DST’s e outros problemas de saúde que heterossexuais.59 Porém, as conseqüências de saúde de lesbianismo são bem menos documentadas que para os homossexuais masculinos. Isto é em parte porque a devastação de AIDS fez a atividade homossexual masculina ficar com uma porção leonina de atenção médica. Mas é também porque há menos lésbicas do que gays,60 e não há qualquer evidência que lésbicas praticam os mesmos excessos de promiscuidade de homossexualismo como os gays. A menor quantia de dados médicos não significa, porém, que o comportamento homossexual da fêmea está sem reconhecida patologia. Muito da patologia é associado com atividade heterossexual por lésbicas.
Entre as dificuldades estabelecidas entre as patologias associadas com lesbianismo está o problema de definir quem é uma lésbica. 61 Estudos indicam que a maioria das lésbicas que se auto-afirmaram tiveram sexo com homens. 62 Os investigadores australianos em uma clínica de DST acharam apenas 7 por cento da amostra lésbica a qual nunca tinha tido contato sexual com um macho. 63
Não somente as lésbicas tiveram sexo com homens, mas com muitos homens. Elas eram 4.5 vezes tão provavelmente quanto exclusivamente heterossexuais por terem tido mais de 50 parceiros de sexo masculino.64 Por conseguinte, a média de lésbicas com parceiros masculinos era duas vezes maior do que a de mulheres exclusivamente heterossexuais.65 Lésbicas tinham de três a quatro vezes mais chances que mulheres heterossexuais as quais tinham sexo com homens que eram de alto risco para contrair uma doença homossexual de HIV, bissexual, ou de homens que abusam de drogas. 66 O estudo "demonstra que aquele MSM [mulheres que têm sexo com mulheres] tem mais probabilidade que não-MSM para se infectar com pessoas com comportamento de risco reconhecido como UDI [uso de droga intravenoso], prostitutas, sexo com um homem bissexual, e sexo com um homem que injeta drogas, confirmando relatórios anteriores." 67
Vaginite bacteriana, Hepatite B, Hepatite C, fumantes, alcoólatras, usuárias de droga intravenosa, e prostitutas estavam presentes em proporções mais altas entre as praticantes do homossexualismo feminino.68 Uso de drogas intravenosas era quase seis vezes mais comuns neste grupo. 69 Em um estudo de mulheres que só tiveram sexo com mulheres nos 12 meses anteriores, 30 por cento tinham vaginose bacteriana. 70 Vaginose Bacteriana é associado com risco mais alto para doença inflamatória pélvica e outras infecções sexualmente transmitidas.71
Devido ao registro de lésbicas que têm sexo com muitos homens, inclusive gays, e a incidência aumentada de uso de droga intravenosa entre lésbicas, as lésbicas não estão em baixo risco para doenças. Embora os investigadores tivessem começado, apenas recentemente, a estudar a transmissão de DST’s entre lésbicas, doenças como "caranguejos", verrugas genitais, clamídia e herpes foram relatadas.72 Até em mulheres que nunca tiveram sexo com homens encontrou-se HPV, tricomoníase e verrugas anogenitais.73
C. Saúde Mental
1. Enfermidades Psiquiátricas
Múltiplos estudos têm identificado altas taxas de enfermidades psiquiátricas, incluindo depressão, abuso de droga e tentativas de suicídio, entre auto-professados gays e lésbicas.74 Alguns proponentes dos direitos GLB têm usado esses achados para concluir que a enfermidade mental seja induzida pela má vontade outras pessoas a aceitarem atração pelo mesmo sexo e o comportamento como normal. Eles apontam a homofobia, efetivamente definida como qualquer oposição ou crítica ao sexo gay, como a causa para as mais altas taxas de enfermidade psiquiátrica, especialmente entre a juventude gay.75 Embora a homofobia deva ser considerada como uma causa potencial para o aumento de problemas de saúde mental, a literatura médica sugere outras conclusões.
Um extenso estudo na Holanda mina a hipótese que a homofobia seja a causa de crescentes enfermidades psiquiátricas entre gays e lésbicas. O holandês tem sido consideravelmente mais aceitador de relacionamentos do mesmo sexo do que outros países do Ocidente — de fato, pares do mesmo sexo agora têm o direito legal a se casarem na Holanda.76 Assim, uma alta taxa de doença psiquiátrica associada com comportamento homossexual na Holanda significa que a doença psiquiátrica não pode assim ser facilmente atribuída à rejeição social e homofobia.
O estudo holandês, publicado nos Arquivos de Psiquiatria Geral, realmente encontrou uma alta taxa de doenças psiquiátricas associada com o sexo homossexual.77 Comparado aos que não tiveram experiência homossexual nos 12 meses anteriores à entrevistas, machos que tiveram qualquer contato homossexual dentro daquele período eram muito mais prováveis de experimentar maior depressão, desordem bipolar, desordem de pânico, agorafobia e desordem obsessiva compulsiva. As fêmeas com qualquer contato homossexual dentro dos 12 meses anteriores eram freqüentemente diagnosticadas com maior depressão, fobia social ou dependência de álcool. Com efeito, aqueles com uma história de contato homossexual tiveram altas taxas de aproximadamente todas as patologias psiquiátricas medidas no estudo.78 Os pesquisadores descobriram "que homossexualidade não é somente associada com problemas de doença mental durante a adolescência e breve maioridade, como tem sido sugerido, mas também na vida posterior."79 Pesquisadores realmente temem que características metodológicas do "estudo deveriam subestimar as diferenças entre pessoas homossexuais e heterossexuais."80
Os pesquisadores holandeses concluíram, "esse estudo oferece evidência que a homossexualidade é associada com uma mais alta prevalência de desordens psiquiátricas. Os resultados estão alinhados com as descobertas de estudos anteriores em que menos rigorosos desenhos foram empregados."81 Os pesquisadores não ofereceram opinião se comportamento homossexual causa desordem psiquiátrica, ou se é o resultado de desordens psiquiátricas.
2. Comportamento Sexual Impulsivo
Depressão e abuso de drogas pode conduzir a comportamento sexual compulsivo, mesmo entre aqueles que são mais prováveis a entender os riscos de morte. Em um artigo que foi parte de uma série de "AIDS em 20," o New York Times relatou os riscos que muitos homens gays tomam. Uma noite quando um educador de prevenção de HIV chamado Seth Watkins caiu em depressão, ele se encontrou com um estranho atraente, teve intercurso anal sem camisinha — e se tornou HIV positivo. A despeito de seu trabalho educativo, o educador de HIV todavia empregou a defesa psicológica de "negar" a explicação de seu próprio comportamento sexual:
"[C]omo um crescente número de homens gays em San Francisco e em outro lugar, Mr. Watkins algumas vezes ainda se coloca em risco e possivelmente outras pessoas. 'Eu não gusto de pensar a respeito disso porque eu não quero premiar ninguém com H.I.V.,' disse o Sr. Watkins."82
Outro homem gay chamado Vince, que nunca tinha tido antes intercurso anal sem camisinha, chegou a um sex club em justo momento quando ele caiu em depressão, e tve sexo desprotegido:
"Eu fiquei definitivamente em um período de depressão . . . . E houve apenas algo a respeito daquela circunstância particular e aquela pessoa em particular. Eu não sei como descrever. Apenas apelei a mim mesmo; isso fez parecer que estivesse tudo bem."83
Alguns dos homens entrevistados pelo New York Times são deliberadamente impulsivos. Um homem gay fatalístico com HIV não faz nenhuma defesa em botar outros homens em risco:
"O prospecto de atravessar o resto de sua vida tendo que cobrir-se todo tempo que você queira ficar próximo a outra pessoa é horrível. . . . Agora que tenho H.I.V. não tenho que me preocupar a respeito de pegá-lo," disse ele. "Há uma parte de mim que é realçada. Eu fiquei cansado de sempre ter que ser cuidadoso, dessa constante diligência que tem que ser paga à intimidade quando ela deveria ser espontânea."84
Depois de admitir que quase nunca usa preservativos, ele acrescenta:
"Não há tal coisa como sexo seguro. . . . Se as pessoas querem usar preservativos, elas podem. Eu não saí e de propósito peguei H.I.V. Acidentes acontecem."85
Outros relatos mostram similar indiferença para a segurança de si e de outros. Um estudo de 1998 em Seattle descobriu que 10% dos homens HIV-positivo admitiram que eles se engajaram em sexo anal desprotegido, e a percentagem dobrou em 2000.86 De acordo com um estudo de homens que estão presentes ao "circuito" de festas gays,87 o perigo em tais eventos é ainda bem maior. Dez por cento dos homens pesquisados esperam se tornar HIV-positivo durante a vida. Pesquisadores descobriram que 17% dos presentes no ciruito de festas já eram HIV positivo.88 Dois terços daqueles presentes em festas tiveram sexo oral ou anal, e 28% não usaram preservativos.89
Em acréscimo, o uso de drogas em festas do circuito é onipresente. Ainda que somente 57% admitem ir a festas do circuito para usar drogas, 95% dos participantes da pesquisa disseram que eles usaram drogas psico-ativas nos mais recentes eventos que eles estiveram presentes.90 Havia uma direta correlação entre o número de drogas usadas durante uma festa do circuito no fim de semana e a probabilidade de sexo anal desprotegido. 91 Os pesquisadores concluíram que em vista de seus achados, "a probabilidade de transmissão do HIV e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis entre outros presentes na festa e parceiros secundários se torna uma preocupação real de saúde pública."92
Boa saúde mental ditaria precedentes festas do circuito e outras práticas de sexo arriscado. Mas nem educação nem acesso adequado à cuidado com a saúde é um dissuasor a um tal impulsivo comportamento. "Pesquisa na Universidade de New South Wales descobriu homens profissionais bem educados no início da meia idade — aqueles que experimentaram a epidemia de AIDS da década de 80 — são mais prováveis de não usar um preservativo."93
D. Amplitude de Vida Abreviada
A maior incidência de problemas de saúde física e mental entre homossexuais e as lésbicas têm conseqüências sérias para comprimento de vida. Enquanto muitos estiveram atentos ao pedágio de morte de AIDS, houve pouca atenção pública dada à magnitude dos anos perdidos de vida.
Um estudo epidemiológico de Vancouver, Canadá, de dados tabulados entre 1987 e 1992 para mortes relacionadas à AIDS revela que praticantes homossexuais ou bissexuais masculinos perderam até 20 anos de expectativa de vida. O estudo concluiu que se 3% da população estudada fosse gay ou bissexual, a probabilidade de um homem gay ou bissexual de 20 anos de viver até os 65 anos foi só de 32%, comparado a 78% para homens em geral.94 Os efeitos prejudiciais de fumar cigarro empalidecem em comparação - os fumantes de cigarro perdem em média aproximadamente 13,5 anos expectativa de vida.95
O impacto na longevidade pode ser até maior do que informado no estudo canadense. Primeiro, HIV/AIDS não é relatado o suficiente, na mesma medida de 15 a 20%, assim é provável que nem todas as mortes de AIDS relatadas foram contabilizadas pelo estudo.96 Segundo, há causas adicionais maiores de morte relacionadas a sexo gay. Por exemplo, as taxas de suicídio entre uma parte de São Francisco era potencialmente 3.4 vezes maior que a população masculina norte-americana geral em 1987.97 Outras doenças fatais como sífilis, câncer anal, e Hepatite B e C afetam também os homens homossexuais e bissexuais desproporcionalmente.98
E. "Monogamia"
Monogamia para casais heterossexuais significa uma fidelidade sexual mínima. A pesquisa mais extensa de sexo na América descobriu que "uma vasta maioria [de casais casados heterossexuais] é fiel enquanto o matrimônio está intacto".99 A pesquisa descobriu mais adiante que 94% de pessoas casadas e 75% de pessoas coabitando tiveram somente um parceiro no ano anterior.100 Em contraste, a fidelidade sexual a longo prazo é rara entre pares GLBT, particularmente entre gays masculinos. Até mesmo durante o período de junção, muitos gays homens não esperam monogamia. Uma crítica lésbica de gays masculinos registra que:
"Depois de um período de otimismo sobre o potencial de longevidade das relações de gays, revistas gays estão começando a reconhecer os padrões mais relaxados que operam aqui, com recentes artigos celebrando a grande explosão de sexo com estranhos ou propondo 'monogamia sem fidelidade' - a mais recente formulação Orwelliana para desculpar ter seu bolo e comê-lo também."101
As práticas sexuais de homens gays parecem ser consistentes com o conceito de "monogamia sem fidelidade". Um estudo de gays que comparecem a festas mostrou que 46% eram emparelhados, isto é, reivindicaram ter um "parceiro primário". "Vinte e sete por cento dos homens com parceiros primários "tiveram múltiplos parceiros sexuais (oral ou anal) durante o mais recente circuito de festa do fim de semana..."102 Para os gays, sexo fora da relação primária é onipresente até mesmo durante o primeiro ano. Homens gays supostamente têm sexo com alguém diferente do parceiro em 66% de relações dentro do primeiro ano, subindo a aproximadamente 90% se a relação suporta mais de cinco anos.103 E a média do relacionamento de gay ou lésbica é curto. Em um estudo, somente 15% dos gays e 17.3% de lésbicas tiveram relações que duraram mais de três anos.104 Assim, os estudos refletem muito pequena monogamia a longo prazo em relações GLBT.
II. IMPLICAÇÕES CULTURAIS DE PROMISCUIDADE
"Não derrube uma cerca até que você saiba porque foi posta." ~ Provérbio africano
As implicações à sociedade da atividade sexual desenfreada descrita acima são devastadoras. O ideal de atividade sexual sendo limitada pelo matrimônio, sempre definido como macho-fêmea, foi uma cerca erguida em todas as civilizações ao redor do globo.105 Ao longo de história, muitas pessoas pularam a cerca, engajando-se em sexo pré-marital, extra-matrimonial e homossexual. A cerca ainda está de pé; os limites são visíveis a todos. Pular a cerca, metaforicamente, sempre foi reconhecido como uma brecha desses limites, até mesmo pelos escaladores. Nenhuma civilização pode reter sua vitalidade por gerações múltiplas depois de remover a cerca.106
Mas agora os ativistas sociais estão dizendo que não deveria haver nenhuma cerca, e que destruir a cerca é um ato de libertação.107 Se a cerca estiver caída, não há nenhum limite visível à expressão sexual. Se sexo gay for socialmente aceitável, que razão lógica pode haver para negar aceitação social de adultério, poligamia, ou pedofilia? O movimento polígamo já tem apoio de alguns dos defensores dos direitos GLBT.108 E alguns profissionais de psicologia estão aceitando a idéia que talvez a pedofilia não esteja danificando as crianças, afinal de contas.109
A crítica social lésbica Camille Paglia observa, "a história nos mostra que a homossexualidade masculina, tal como adornos de prostituição com urbanização e logo se torna ritualizado de maneira previsível, sempre tende para decadência."110 O autor gay Gabriel Rotello escreveu sobre as mudanças do comportamento homossexual no último século:
"Na maioria dos casos de sexo macho-com-macho nas primeiras décadas deste século [XX] cita-se sexo oral, e menos freqüentemente masturbação, como as formas predominantes de atividade, com a reconhecida homossexual felação ou masturbação de seu parceiro. Comparativamente, menos casos referem-se a sexo anal. Minha própria pesquisa informal de gays homens mais velhos que eram sexualmente ativos antes de Segunda Guerra Mundial dá crédito à idéia que sexo anal, especialmente sexo anal com parceiros múltiplos, era consideravelmente menos comum do que viria a se tornar depois."111
Não somente a prática do sexo anal aumentou, mas o uso de preservativos recuou 20% e sexo com múltiplos parceiros dobrou nos últimos sete anos,112 apesar de bilhões de dólares gastos em campanhas de prevenção de HIV. "Em muitos casos, os slogans de prevenção que galvanizaram os gays nos primeiros anos da epidemia agora caem em orelhas surdas."113 Como era esperado, os custos de cuidado com a saúde como resultado de promiscuidade gay é significativo.114
A aprovação social dos gays conduz a um aumento em tal comportamento. Já em 1993, a Newsweek relatou que a crescente presença da mídia e aceitação social do comportamento homossexual estavam conduzindo a experimentação de adolescentes à uma extensão que estava se tornando "chique".115 Um mais recente relatório declarou que "o modo que gays e lésbicas aparecem na mídia pode fazer com que algumas pessoas ajam mais confortavelmente em impulsos homossexuais".116 Em acréscimo, um dos objetivos dos defensores GLBT, buscar por benefícios de parceiros domésticos dos empregadores, é motivar mais gays e lésbicas "a saírem do armário".117 Se, como sugerido acima, enquanto os resultados estiverem "fora" em uma maior incidência de promiscuidade, decisões do empregador em prover benefícios de parceiro doméstico podem ter um impacto negativo em saúde do empregado. Realmente, dando a gays e lésbicas a aprovação social que eles tanto desejam, pode conduzir, no final das contas, a uma morte prematura para empregados que de outra forma poderiam ter contido o comportamento sexual.
A pesquisa que tentava provar que os homossexuais "nasciam daquele modo" fracassou - não há nenhuma evidência científica que ser gay ou lésbica seja geneticamente determinado.118 Até mesmo o pesquisador Dean Hamer, que uma vez esperou ter identificado um "gene gay", admite "há muito mais que só genes em questão".119
CONCLUSÃO
Está claro que há conseqüências médicas sérias ao comportamento homossexual. Identificação com uma comunidade de GLBT parece conduzir a um aumento em promiscuidade para a qual em troca conduz a uma miríade de Doenças Sexualmente Transmissíveis e mortes prematuras. Uma resposta compassiva para pedidos para aprovação social e reconhecimento de relações de GLBT é não para assegurar aos gays e lésbicas aquelas relações homossexuais que são parecidas com a relação heterossexual, mas mostrar o risco à saúde do sexo gay e promiscuidade. Aprovar relações de mesmo sexo é em geral prejudicial aos empregadores, aos empregados e à sociedade.
APÊNDICE A
Definição dos Impedimentos da Pesquisa
Infelizmente, esforços para avaliar as práticas atuais e as conseqüências de saúde do comportamento homossexual são embaraçados por definições imprecisas. Para muitos, ser gay ou lésbica ou bissexual é uma identidade política que necessariamente não corresponde a comportamento sexual. E os investigadores acham que comportamento sexual flutua com o passar do tempo:
"As pessoas mudam freqüentemente o seu comportamento sexual durante as suas vidas, tornando impossível declarar que um grupo particular de comportamentos define uma pessoa como gay. Um homem que tem sexo com homens hoje, por exemplo, poderia não ter feito isso 10 anos atrás." 120
Definir as condições fica mais difícil até mesmo quando as pessoas que se identificam como gays ou lésbicas entram em relações heterossexuais. Joanne Loulan, uma lésbica famosa, falou abertamente sobre a relação de dois anos dela com um homem: "'Eu venho de uma área onde o sexo é uma atividade, não é uma identidade', diz Loulan. 'Era por um tempo engraçado, entretanto se mostrou ser algo mais conectado, mais profundo. Algo mais importante. E isso quando minha vida começou a realmente ir de pernas pro ar.' " Enquanto os críticos reclamam que "Você não pode ser uma lésbica e pode estar tendo sexo com homens", Loulan não vê nenhuma contradição no fato que ela "determinadamente recusa-se a se chamar de bissexual, deixar a identidade lésbica".121
Várias estrelas lésbicas da mídia abandonaram o lesbianismo mais adiante, ilustrando a dificuldade de definir homossexualidade. Em um artigo sobre o agora par, já morto, Anne Heche e Ellen Degeneres, disseram, "Embora o par nunca discutiu publicamente a razão para o seu colapso, foi rumorado pesadamente que Heche decidiu voltar para a heterossexualidade".122 Heche se casou com um homem em 1º de setembro de 2001.123
Várias estrelas lésbicas da mídia abandonaram o lesbianismo mais adiante, ilustrando a dificuldade de definir homossexualidade. Em um artigo sobre o agora par, já morto, Anne Heche e Ellen Degeneres, disseram, "Embora o par nunca discutiu publicamente a razão para o seu colapso, foi rumorado pesadamente que Heche decidiu voltar para a heterossexualidade".122 Heche se casou com um homem em 1º de setembro de 2001.123
Embora as mulheres adquiram a maior parte da cobertura de imprensa sobre mudanças entre relações de homossexuais e heterossexuais, os homens podem sofrer fluidez semelhante. O autor gay John Stoltenberg viveu com uma lésbica, Andréa Dworkin, desde 1974. 126 E uma pesquisa em 2000 na Austrália descobriu que 19% dos gays informaram ter tido sexo com uma mulher seis meses antes da pesquisa.127 Esta mudança de "orientação" sexual inibe a criação de uma definição fixa de homossexualidade. Como um grupo de investigadores declarou o problema:
"Um homem que faz sexo homossexual na prisão conta como um homossexual? Um homem que deixou a esposa dele de vinte anos por um gay conta como um homossexual ou heterossexual? Você conta o número de anos que ele gastou com a esposa dele comparado ao amante dele? Aa mulher casada que teve sexo uma década atrás com o companheiro de quarto de faculdade conta? Você assume que uma experiência homossexual defina alguém como homossexual durante todo o tempo? "128
Apesar da dificuldade em definir homossexualidade, uma coisa que está clara é que esses que se ocupam de práticas homossexuais ou se identificam como gay, lésbica ou bissexual constituem uma porcentagem muito pequena da população. Os estudos mais seguros indicam que de 1 a 3 por cento das pessoas - e provavelmente menos de 2 por cento – considera que eles sejam gays, lésbica ou bissexual, ou atualmente praticantes de homossexualismo. 129
Notas
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- Alan P. Bell and Martin S. Weinberg, Homosexualities: A study of Diversity Among Men and Women, p. 308, Table 7, New York: Simon and Schuster, 1978.
- Leon McKusick, et al., "Reported Changes in the Sexual Behavior of Men at Risk for AIDS, San Francisco, 1982-84 — the AIDS Behavioral Research Project," Public Health Reports, 100(6): 622-629, p. 625, Table 1 (November- December 1985). In 1982 respondents reported an average of 4.7 new partners in the prior month; in 1984, respondents reported an average of 2.5 new partners in the prior month.
- "Increases in Unsafe Sex and Rectal Gonorrhea among Men Who Have Sex with Men — San Francisco, California, 1994-1997," Mortality and Morbidity Weekly Report, CDC, 48(03): 45-48, p. 45 (January 29, 1999).
- This was evident by the late 80's and early 90's. Jeffrey A. Kelly, PhD, et al., "Acquired Immunodeficiency Syndrome/ Human Immunodeficiency Virus Risk Behavior Among Gay Men in Small Cities," Archives of Internal Medicine, 152: 2293-2297, pp. 2295-2296 (November 1992); Donald R. Hoover, et al., "Estimating the 1978-1990 and Future Spread of Human Immunodeficiency Virus Type 1 in Subgroups of Homosexual Men," American Journal of Epidemiology, 134(10): 1190-1205, p. 1203 (1991).
- A lesbian pastor made this assertion during a question and answer session that followed a presentation the author made on homosexual health risks at the Chatauqua Institute in Western New York, summer 2001.
- Paul Van de Ven, et al., "Facts & Figures: 2000 Male Out Survey," p. 20 & Table 20, monograph published by National Centre in HIV Social Research Faculty of Arts and Social Sciences, The University of New South Wales, February 2001.
- Rotello, pp. 43-46.
- Ibid., pp. 165-172.
- Hoover, et al., Figure 3.
- "Basic Statistics," CDC — Division of HIV/AIDS Prevention, June 2001, www.cdc.gov/hiv/stats.htm. (Nearly 8% (50,066) of men with AIDS had sex with men and used intravenous drugs. These men are included in the 64% figure (411,933) of 649,186 men who have been diagnosed with AIDS.)
- Figures from a study presented at the Infectious Diseases Society of America meeting in San Francisco and reported by Christopher Heredia, "Big spike in cases of syphilis in S.F.: Gay, bisexual men affected most," San Francisco Chronicle, October 26, 2001, www.sfgate.com/cgi-bin/ article.cgi?file=/chronicle/archive/2001/10/26/MN7489 3.DTL.
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- The Gay and Lesbian Medical Association (GLMA) recently published a press release entitled "Ten Things Gay Men Should Discuss with Their Health Care Providers" (July 17, 2002), www.glma.org/news/ releases/n02071710gaythings.html. The list includes: HIV/AIDS (Safe Sex), Substance Use, Depression/ Anxiety, Hepatitis Immunization, STDs, Prostate/ Testicular/Colon Cancer, Alcohol, Tobacco, Fitness and Anal Papilloma.
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- "Hepatitis A among Homosexual Men — United States, Canada, and Australia," Morbidity and Mortality Weekly Report, CDC, 41(09): 155, 161-164 (March 06, 1992).
- Ibid.
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- The federal spending for AIDS research in 2001 was $2,247,000,000, while the spending for cancer research was not even double that at $4,376,400,000. "Funding For Research Areas of Interest," National Institute of Health, 2002, www4.od.nih.gov/officeofbudget/ FundingResearchAreas.htm.
- Ibid.; "Fast Stats Ato Z: Diabetes," CDC — National Center for Health Statistics, June 04, 2002, www.cdc.gov/nchs/ fastats/diabetes.htm; "Fast Stats A to Z: Heart Disease," CDC — National Center for Health Statistics, June 06, 2002, www.cdc.gov/nchs/fastats/heart.htm.
- Gay and Lesbian Medical Association Press Release, "Ten Things Lesbians Should Discuss with Their Health Care Providers" (July 17, 2002), www.glma.org/news/ releases/n02071710lesbianthings.html. The list includes Breast Cancer, Depression/Anxiety, Gynecological Cancer, Fitness, Substance Use, Tobacco, Alcohol, Domestic Violence, Osteoporosis and Heart Health.
- Michael, et al., p. 176 ("about 1.4 percent of women said they thought of themselves as homosexual or bisexual and about 2.8% of the men identified themselves in this way").
- See Appendix A.
- Skinner, et al., Abstract; Ferris, et al. p. 581; James Price, et al., p. 90; see Appendix A.
- Katherine Fethers, et al., "Sexually transmitted infections and risk behaviours in women who have sex with women," Sexually Transmitted Infections, 76(5): 345-349, p. 348 (2000).
- Ibid., p. 347.
- Ibid.
- Ibid.
- Ibid., p. 348.
- Ibid., p. 347, Table 1; Susan D. Cochran, et al., "Cancer- Related Risk Indicators and Preventive Screening Behaviors Among Lesbians and Bisexual Women," American Journal of Public Health, 91(4): 591-597 (April 2001); Juliet Richters, Sara Lubowitz, et al., "HIV risks among women in contact with Sydney's gay and lesbian community," Venereology, 11(3): 35-38 (1998); Juliet Richters, Sarah Bergin, et al., "Women in Contact with the Gay and Lesbian Community: Sydney Women and Sexual Health Survey 1996 and 1998," National Centre in HIV Social Research, University of New South Wales, 1999.
- Fethers, et al., p. 347 and Table 1.
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- Ibid.
- Ibid., p. 89.
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- Ibid.
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- Ibid.
- Ibid.
- Ibid.
- "Officials Voice Alarm Over Halt in AIDS Decline," New York Times, August 14, 2001.
- "A uniform definition of a circuit party does not exist, partly because such parties continue to evolve. However, a circuit party tends to be a multi-event weekend that occurs each year at around the same time and in the same town . . . ." Gordon Mansergh, Grant Colfax, et al., "The Circuit Party Men's Health Survey: Findings and Implications for Gay and Bisexual Men," American Journal of Public Health, 91(6): 953-958, p. 953 (June 2001).
- Ibid., p. 955.
- Ibid., p. 956.
- Ibid., pp. 956-957, Tables 2 & 3.
- Ibid., pp. 956-957.
- Ibid., p. 957. The authors' recommendation was more education.
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- Press Release, Smoking costs nation $150 billion each year in health costs, lost productivity, CDC, Office of Communication, April 12, 2002, www.cdc.gov/od/oc/media/ pressrel/r020412.htm.
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- Ibid.
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- The existence of limited homosexual relationships in primitive cultures, or even extensive homosexuality in declining civilizations, such as those cited by advocates of same-sex marriage, does not challenge the existence of a prevailing norm. See, for example, William N. Eskridge, Jr., The Case for Same-Sex Marriage, Chapter 2, New York: The Free Press, 1996.
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- For example, see the website of the National Coalition for Sexual Freedom, Inc., www.ncsfreedom.org.
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- Judith Levine, Harmful to Minors: The Perils of Protecting Children from Sex, Minneapolis: University of Minnesota Press, 2002; Bruce Rind, Philip Tromovitch, and Robert Bauserman, "A Meta-Analytic Examination of Assumed Properties of Child Sexual Abuse Using College Samples," Psychological Bulletin, 124(1): 22-53 (July 1998).
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- Ibid.
- See Michael Hamrick, The Hidden Costs of Domestic Partner Benefits, pp. 3-4 (Corporate Resource Council, 2002).
- David Gelman, et al., "Tune In, Come Out," Newsweek, p. 70, November 8, 1993.
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- Sally Kohn, The Domestic Partnership Organizing Manual for Employee Benefits, p. 1, the Policy Institute of the National Gay and Lesbian Task Force, www.ngltf.org/ downloads/dp-/dp_99.pdf.
- John Horgan, "Gay Genes, Revisited," Scientific American, p. 26, November 1995.
- Matthew Brelis, "The Fading 'Gay Gene,'" The Boston Globe, March 20, 2002, p. C1.
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- Lynn Scherr, "Lesbian Leader Loves a Man," ABCNews.com, April 17, 1998.
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- "Sinead O'Connor to Marry a Man," Reuters, June 27, 2000, www.q.co.za/2001.2001.06.27-sinead.html.
- "Sinead Drops out of Wotapalava Tour," JAM! Music, May 31, 2001, www.canoe.ca/JamMusicArtistsO/oconnor_ sinead.html.
- John Stoltenberg, "Living with Andrea Dworkin," Lambda Book Report, May/June 1994, reprinted at www.nostatusquo.com/ACLU/dworkin/LivingWithAnd rea.html.
- Julie Robotham, "Safe sex by arrangement as gay men reject condoms," The Sydney Morning Herald, June 7, 2001. Data source: "2000 Male Out Survey," National Centre in HIV Social Research, Australia.
- Michael, et al., p. 172.
- Edward O. Laumann, John H. Gagnon, et al., The social organization of sexuality: Sexual practices in the United States, p. 293, Chicago: University of Chicago Press, 1994; Michael, et al., p. 176; David Forman and Clair Chilvers, "Sexual Behavior of Young and Middle-Aged Men in England and Wales," British Medical Journal, 298: 1137-1142 (1989); and Gary Remafedi, et al., "Demography of Sexual Orientation in Adolescents," Pediatrics, 89: 714-721 (1992).
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RECONHECIMENTO
Dr. John R. Diggs, Jr., "Os Riscos á Saúde do Sexo Gay." Corporate Resource Council (2002). Todos os direitos reservados. Permissão é garantida para reimprimir esse documento em sua integridade, com atribuição própria.
O AUTOR
Dr. John R. Diggs, Jr. é um medico residente com experiência de primeira mão no tratamento de muitos problemas descritos nesse documento. Ele também viaja e promove palestras sobre uma variedade de tópicos medicos em audiências por todo o mundo.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
O MITO DA "HOMOSSEXUALIDADE ANIMAL"
POR LUIZ SÉRGIO SOLIMEO
Em seu esforço para apresentar a homossexualidade como normal, o movimento homossexual1 virou sua atenção para a ciência para provar três maiores premissas:
1. Homossexualidade é genética ou inata;
2. Homossexualidade é irreversível;
3. Posto que animais se engajam em comportamento sexual do mesmo sexo, a homossexualidade é natural.
Entusiasticamente sabedora de sua inabilidade em provar a primeira das duas premissas,2 o movimento homossexual firma suas esperanças em uma terceira, a "homossexualidade animal".3
ANIMAIS FAZEM, ASSIM É NATURAL, CORRETO?
O argumento por trás da teoria da "homossexualidade animal" pode ser resumida como se segue:
- Comportamento Homossexual é observável em animais.
- Comportamento animal é determinado pelos seus instintos.
- A natureza requer que animais sigam seus instintos.
- Portanto, a homossexualidade está de acordo com a natureza animal.
- Posto que o homem também é animal, a homossexualidade deve também estar de acordo com a natureza humana.
Essa linha de raciocínio é insustentável. Se aparentemente os atos "homossexuais" entre animais estão de acordo com a natureza animal, então a matança paterna da prole e devora entre espécies estão de acordo com a natureza animal. Induzir o homem ao interior da equação complica as coisas mais adiante. Nós estamos para concluir que o filicídio e o canibalismo estão de acordo com a natureza humana?
Em oposição a essa linha de raciocínio, esse artigo sustenta que:
1. Não há "instinto homossexual" em animais,
2. A ciência é pobre em "ler" motivações humanas e sentimentos no interior do comportamento animal, e
3. Comportamento irracional animal não é parâmetro para determinar o que é comportamento moralmente aceitável para homem racional.
NÃO HÁ "INSTINTO HOMOSSEXUAL" EM ANIMAIS
Qualquer pessoa empregada na mais elementar observação animal é forçada a concluir que "homossexualidade" animal, "filicídio" e "canibalismo" são exceções ao comportamento normal animal. Conseqüentemente, eles não podem ser chamados de instintos animais. Essas observáveis exceções ao comportamento normal animal resultam de fatores além de seus instintos.
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• Confrontando estímulo e Instintos Animais Confusos
Para explicar esse comportamento anormal, a primeira observação deve ser o fato que os instintos animais não são restritos pelo determinismo absoluto das leis físicas governando o mundo mineral. Em graus variantes, todos seres viventes podem se adaptar às circunstâncias. Eles respondem a estímulos internos ou externos.
Segundo, cognição animal é puramente sensorial, limitada ao som, odor, tato, gusto e imagem. Assim, aos animais falta a precisão e clareza da percepção intelectual humana. Portanto, os animais freqüentemente confundem uma sensação com outra ou um objeto com outro.
Terceiro, instintos de um animal dirigem-se rumo ao seu fim e estão de acordo com sua natureza. Porém, o impulso espontâneo pode sofrer modificações conforme cumpra seu curso. Outras imagens sensoriais, percepções ou lembranças podem agir como novo estímulo afetando o comportamento animal. De mais a mais, o conflito entre dois ou mais instintos pode algumas vezes modificar o impulso original.
No homem, quando duas reações instintivas se confrontam, o intelecto determina o melhor curso a seguir, e a vontade então retém um instinto sob controle enquanto encoraja o outro. Com animais faltam esse intelecto e vontade, quando dois impulsos instintivos se confrontam, o mais favorecido pelas circunstâncias em prevalência.4
Em tempos, esses estímulos internos ou externos afetando impulsos instintivos de um animal, resultam em casos de "filicídio", "canibalismo" e "homossexualidade animal"
• "Filicídio" e "Canibalismo" Animal
Sarah Hartwell explica que gatos matam sua cria depois de receber "sinais misturados" de seus instintos:
A maioria dos gatos fêmea podem alternar entre o "modo brincar" e o "modo caçar" com vistas a não danificar sua prole. Em gatos isso essa troca por "modo caçar" pode ser incompleta e, quando eles se tornam altamente estimulados pela brincadeira, o instinto de "caça" vem com força e eles podem matar os gatinhos. O instinto de caçar é tão forte, e tão duro para trocá-los quando a presa está presente, que o desmembramento e até comer o gatinho pode se suceder.
A respeito do canibalismo animal, a Revista Iran Nature and Wildlife registra:
O canibalismo é mais comum entre vertebrados mais baixos e invertebrados, freqüentemente devido a um animal predatório errando uma de sua própria espécie como presa. Mas também ocorre entre pássaros e mamíferos, especialmente quando a comida é escassa.6
• Animais Carecem de Meios pra Expressar suas Situações Afetivas
Em estimular e confrontar instintos, porém, nós devemos acrescentar um outro fator: expressando suas situações afetivas, um animal é radicalmente inferior a um homem.
Posto que aos animais carece a razão, seus meios de expressar suas situações afetivas (medo, prazer, dor, desejo etc.) são limitados. Aos animais carece a riqueza de recursos na disposição humana para expressar seus sentimentos. Os homens podem adaptar seu modo de falar, escrever, observar, gesticular em caminhos enormes. Os animais não. Conseqüentemente, os animais freqüentemente expressam suas situações afetivas ambiguamente. Eles "copiam" assim o falar, as manifestações do instinto de reprodução para manifestar os instintos de dominação, agressividade, medo, sociabilidade e por aí vai.
• Explicando Aparentemente Comportamento "Homossexual" Animal
Bonobos são um típico exemplo dessa "cópia". Esses primatas da família chimpanzé se engajam em comportamento aparentemente sexual para expressar aceitação e outras situações afetivas. Assim, Frans B. M. de Waal, que gastou centenas de horas observando e filmando bonobos, afirma:
Há duas razões para acreditar que atividade sexual seja a resposta dos bonobos a evitar conflito.
Primeiro, qualquer coisa, não somente comida, que estimula o interesse de mais do que um bonobo em um tempo tende a resultar em contato sexual. Se dois bonobos aproximam-se de um caixa de papelão atirada no interior de sua área, eles brevemente montarão um no outro antes de brincar com a caixa. Tais situações conduzem a disputas na maioria das outras espécies. Mas os bonobos são totalmente tolerantes, talvez porque eles usam o sexo para desviar a atenção e para difundir tensão.
Segundo, o sexo bonobo freqüentemente ocorre em contextos agressivos totalmente sem ligação com a comida. Um macho desconfiado poderia seguir um outro longe da fêmea, depois o que os dois machos se reúnem e se engajam em fricção escrotal. Ou depois que uma fêmea golpeia uma jovem, a mãe da segunda pode empurrar o agressor, uma ação que é imediatamente seguida por fricção escrotal entre os dois adultos.7
Como bonobos, outros animais montarão em outros do mesmo sexo e se engajarão em aparentemente comportamento "homossexual", embora sua motivação possa diferir. Cachorros, por exemplo, habitualmente fazem isso para expressar dominação. Cesar Ades, etólogo e professor de psicologia na Universidade de São Paulo, Brasil, explica que "Quando dois machos se emparceiram, o que está presente é uma demonstração de poder, não de sexo."8
Jacque Lynn Schultz, Diretor de Projetos Especiais de Ciências Animais da ASPCA, explica mais adiante:
Usualmente, um cachorro macho não esterilizado montará em um outro cachorro macho como uma exibição de dominação social – em outras palavras, como um caminho de permitir o outro cachorro saber quem é o chefe. Embora não seja freqüente, um cachorro fêmea poderia montar pela mesma razão.9
Cachorros montarão também em um outro por causa da veemência de sua puramente reação química ao cheiro de um cio fêmeo:
Não surpreendentemente, o cheiro de um cachorro fêmea no cio pode instigar um frenesi de comportamentos de montar. Até outras fêmeas que não estão no cio montarão naquelas que estão. Machos montarão em machos que tenham estado somente com estro fêmea se eles ainda reproduzem seu odor…. E machos que capturam o vento do odor de estro pode montar na primeira coisa (ou pessoa azarada) que eles se envolvam em contato.10
Outros animais se engajam em aparentemente comportamento "homossexual" porque eles falham em identificar o outro sexo propriamente. Nas espécies mais baixas no reino animal, a mais tênue e difícil em detectar são as diferenças entre os sexos, conduzindo a mais freqüente confusão.
• Animais "Homossexuais" Não Existem
Em 1996, o cientista homossexual Simon LeVay admitiu a evidência assinalada a atos isolados, não a homossexualidade:
Embora o comportamento homossexual seja mais comum no reino animal, parece ser muito incomum que animais em particular tenham uma predisposição permanente em se engajar em tal comportamento à exclusão de atividades heterossexuais. Assim, uma orientação homossexual, se alguém pode falar de tal coisa nos animais, parece ser uma raridade.11
A despeito das aparências "homossexuais" de algum comportamento animal, esse comportamento não deriva de um instinto "homossexual" que é parte da natureza animal. Dr. Antonio Pardo, Professor de Bioética na Universidade de Navarra, Espanha, explica:
Propriamente falando, a homossexualidade não existe entre animais…. Por razões de sobrevivência, o instinto reprodutivo entre animais é sempre dirigida rumo a um indivíduo do sexo oposto. Portanto, um animal nunca pode ser homossexual com tal. Todavia, a interação de outros instintos (particularmente a dominação) pode resultar em comportamento que parece ser equacionado com uma "homossexualidade animal". Tudo isso significa que o comportamento sexual animal abrange aspectos além daqueles da reprodução.12
É NÃO CIENTÍFICO "LER" MOTIVAÇÃO E SENTIMENTO HUMANOS NO COMPORTAMENTO ANIMAL
Como muitos ativistas dos direitos dos animais freqüentemente "lêem" motivação e sentimento humano dentro do comportamento animal. Enquanto isso, aproximação antropopático aproveita cidadania completa nos reinos da arte, literatura e mitologia que faz pela pobre ciência. Dr. Charles Socarides do National Association for Research and Therapy of Homosexuality (NARTH) observa:
O termo homossexualidade deveria ser limitado a espécies humanas, porque em animais o investigador pode certificar-se somente de comportamento motor. Tão logo ele interprete a motivação animal, ele está aplicando psicodinâmica humana -- uma arriscada, se não apressada aproximação científica.13
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O etologista Cesar Ades explica a diferença entre relações sexuais humana e animal:
Seres humanos têm sexo de uma forma, enquanto animais tem de outra.
Sexo humano é uma questão de preferência onde alguém escolhe a pessoa mais atrativa para ter prazer. Isso não é verdadeiro com animais. Para eles, isso é uma questão de acasalar-se e reprodução. Não há prazer físico ou psicológico….O cheiro é decisivo: quando uma fêmea está no cio, ela emite um odor, conhecido como feromônio. O odor atrai a atenção do macho, e faz com que ele queira acasalar-se. Esse é o intercurso sexual entre animais. É a lei da natureza.14
Até o biológo Bruce Bagemihl, cujo livro Exuberância Biológica: Homossexualidade animal e Diversidade Natural foi citado pela Associação Psicológica Americana e a Associação Psiquiátrica Americana em seu resumo amici curiae em Lawrence v. Texas e é angariado como prova que a homossexualidade é natural entre animais, é cuidadoso a incluir em uma advertência:
Qualquer descrição de homossexualidade e animais transgêneros é também necessariamente uma descrição de interpretações humanas a esses fenômenos.…Nós estamos no escuro a respeito da experiência interna dos participantes animais: como resultado, os preconceitos e limitações do observador humano –tanto na reunião como na interpretação de dados- vêm a frente nessa situação.….Com pessoas nós podemos falar diretamente a indivíduos (ou ler descrições escritas)….Com animais em contraste, nós podemos freqüentemente diretamente observar seus comportamentos sexuais (e associados), mas somente podemos inferir ou interpretar seus significados e motivações."15
A interpretação do Dr. Bagemihl, porém, por toda o seu livro de 750 páginas favorece sem vergonha a teoria da "homossexualidade animal". Suas páginas são preenchidas com descrições de atos animais que teriam uma conotação homossexual em seres humanos. Dr. Bagemihl não prova, porém, que esses atos tenham o mesmo significado para animais. Ele simplesmente lhes dá uma interpretação homossexual. Não surpreendentemente, esse livro foi publicado pela Stonewall Inn Editions, "uma impressão da St. Martin's Press dedicada aos livros de interesse de gays e lésbicas."
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COMPORTAMENTO IRRACIONAL ANIMAL NÃO É PLANO PARA o HOMEM RACIONAL
Alguns pesquisadores estudando comportamento "homossexual" animal extrapolam do reino da ciência ao interior daquele da filosofia e moralidade. A razão desses estudiosos da premissa que se animais fazem isso, está de acordo com sua natureza e assim é bom para eles. Se é natural e bom para animais, eles continuam, é também natural e moralmente bom para o homem. Porém, a definição da natureza humana pertence não ao reino da zoologia ou biologia, mas da filosofia, e a determinação do que seja moralmente bom para o homem pertence à ética.
Dra. Marlene Zuk, professora de biologia na Universidade da Califórnia em Riverside, por exemplo, declara:
Sexualidade é um termo muito mais largo do que as pessoas querem pensar. Você tem essa idéia que o reino animal é estrito, católico romano antiquado, que eles têm sexo para procriar. … Repressão sexual significa mais do que fazer bebês. Por que nós estamos surpresos? Pessoas são animais.16
Simon LeVay se entrete com a esperança que o entendimento da "homossexualidade" animal ajudará mudanças nos costumes sociais e crenças religiosas a respeito da homossexualidade. Ele declara que: parece possível que o estudo do comportamento sexual em animais, especialmente em primatas não-humanos, contribuirá para a liberalização das atitudes religiosas rumo a atividade homossexual e outras formas de sexo não-procriativo. Especificamente, esses estudos desafiam um particular senso do dogma que o comportamento homossexual seja "contra a natureza": a noção que é única àquelas criaturas que, experimentando a fruta da árvore do conhecimento, tem somente se tornado moralmente culpável.17
Outros pesquisadores sentem-se compelidos a apontar a impropriedade de transpor comportamento animal ao homem. Embora muito favorável à interpretação homossexual do comportamento animal, Paul L. Vasey, da Universidade de Lethbridge no Canadá, todavia previne:
Para algumas pessoas, o que os animais fazem é um parâmetro do que é e não é natural. Eles fazem um salto em dizer se isso é natural, isso é moralmente e eticamente desejável. Infaticídio é freqüente no reino animal. Para se aventurar em dizer que é desejável não faz nenhum sentido. Nós não deveríamos estar usando animais para esculpir políticas morais e sociais para as espécies de sociedades humanas que nós queremos viver. Animais não tomam cuidado com os idosos. Eu não penso particularmente que deveria ser uma plataforma para fechar casas de assistência.18
O reino animal não é lugar para o homem procurar um padrão para moralidade humana. Esse padrão, com o bioeticista Bruto Maria Bruti registra, deve ser procurado no próprio homem:
É um erro freqüente para as pessoas contrastar comportamento humano e animal, como se os dois fossem homogêneos. …. As leis governando o comportamento humano são de uma natureza diferente e elas deveriam ser procuradas onde Deus as inscreveu, em outras palavras, na natureza humana.19
O fato que o homem tenha um corpo e uma vida sensitiva em comum com animais não significa que ele seja estritamente um animal. Nem significa que ele seja metade animal. Um homem racionalmente impregna a totalidade de sua natureza de forma que suas sensações, instintos e impulsos não sejam puramente animais, mas tenham aquele selo de racionalidade que os caracteriza como humano.
Assim, o homem é caracterizado não pelo que ele tem em comum com os animais, mas pelo que o diferencia deles. Essa diferenciação é fundamental, não acidental. O homem é um animal racional. A racionalidade do homem é o que faz a natureza humana única e fundamentalmente distinta da natureza animal.20
Considerar o homem estritamente como um animal é negar sua racionalidade e, portanto, seu livre arbítrio. Da mesma forma, considerar animais como se eles fossem humanos é atribuir-lhes uma não existente racionalidade.
DA CIÈNCIA PARA A MITOLOGIA
A pesquisa de Exuberância Biológica do Dr. Bagemihl revela seu fundamental descontentamento com a ciência e o entusiasmo pela mitologia aborígene:
A ciência Ocidental tem muito a aprender sobre as culturas aborígines a respeito dos sistemas de gênero e sexualidade …21
Para a ciência Ocidental, homossexualidade (tanto animal quanto humana) é um comportamento anômalo e não esperado sobre tudo o que requer algum tipo de "explicação" ou "causa" ou "raciocínio." Em contraste, para muitas culturas indígenas ao redor do mundo, a homossexualidade e transgênero são uma rotina e ocorrência esperada tanto nos mundo humano quanto animal …22
A maioria das tribos nativas americanas formalmente reconhecem –e honram- homossexualidade e transgenêro humanos na função da pessoa de 'dois-espíritos' (algumas vezes conhecido formalmente como berdache). Os 'dois-espíritos' é um homem ou mulher sagrado que mistura categorias de gênero para vestir roupas de sexos opostos ou de ambos…. E freqüentemente se engajando nas mesmas –relações sexuais. … Em muitas culturas nativas americanas, certos animais são também simbolicamente associados com duas-energias, freqüentemente na forma de mitos da criação e lendas de origem relacionados ao primeiro ou "supernatural" dois-espíritos….Uma história da criação Zuni relata como as primeiras criaturas dois espíritos que eram nem macho nem fêmea, ainda que ambos ao mesmo tempo fossem as doze descendências de um par irmão-irmã mítico. Algumas dessas criaturas eram humanas, mas uma era um morcego e outra um velho veado.
Dr. Bagemihl aplica esse mito andrógino, tão espalhado no movimento homossexual hodierno, ao reino animal com a ajuda de mitologia indígena e aborígene. Ele convida o Ocidente a adotar "um novo paradigma:"
No fim das contas, a síntese de visões científicas representadas pela Exuberância Biológica nos traz um círculo fechado pra trás do caminho de olhar para o mundo que esteja de acordo com algumas das mais antigas concepções indígenas de variabilidade de gênero sexual animal (e humana). Essa perspectiva dissolve oposições binárias….Exuberância Biológica é…uma visão de mundo que é uma só vez primitiva e futurística, em que gênero é caleidoscópico, sexualidades são múltiplas e as categorias de macho e fêmea são fluídas e transmutáveis.
CONCLUSÃO
Em conclusão, o movimento homossexual tenta estabelecer que a homossexualidade esteja de acordo com a natureza humana, provando sua teoria da "homossexualidade animal", baseada mais em crenças mitológicas e errôneas doutrinas filosóficas do que em ciência.
__________________
1. A expressão movimento homossexual é usada para designar uma vasta rede organizações, grupos de pressão, intelectuais e ativistas que aspiram impor mudanças nas leis, costumes, moralidade e mentalidade, de forma que a homossexualidade não seja somente tolerada mas também aceita como sendo boa e normal. Portanto, ativistas homossexuais pressionam a sociedade para legalizar tanto a prática e as manifestações públicas de homossexualidade, tais como "casamento," do mesmo sexo enquanto com crueldade atacam aqueles que defendem a moral tradicional.
2. Para um breve resumo da evidência desvendando o "está nos genes" e a irreversibilidade das teorias de orientação homosexual, veja o boletim de propaganda "Not Genetic! Not Irreversible! Not Natural!"
3. Cf. Simon LeVay, Queer Science: The Use and Abuse of Research into Homosexuality (Cambridge, Mass.: MIT Press, 1996). Bruce Bagemihl, Biological Exuberance: Homossexualidade animal and Natural Diversity (New York: St. Martin's Press, 1999).
4. Cf. Régis Jolivet, Traité de Philosophie, (Lyon-Paris: Emmanuel Vitte, Éditeur, 1950), Vol. 2, pp. 306-396.
5. Sarah Hartwell, Cats that kill kittens, at http://www.messybeast.com/kill_kit.htm (Our emphasis.)
6. "Cannibalism in Animals."(Our emphasis.)82-88,www.songweaver.com/info/bonobos.html. (Our emphasis.)
7. Frans B. M. de Waal, "Bonobo Sex and Society," Scientific American, Mar. 1995, pp.
8. "Cachorro Gay?" Focinhos Online, www2.uol.com.br/focinhos/petsnodiva/index.shtml.
9. Jacque Lynn Schultz, "Getting Over the Hump," ASPCA Animal Watch, Summer 2002, www.petfinder.org/journalindex.cgi?path=/public/
animalbehavior/dogs/1.2.36.txt&template. (Our emphasis.)
10. Ibid. (Our emphasis.)
11. LeVay, p. 207.
12. Antonio Pardo, "Aspectos médicos de la homosexualidad," Nuestro Tiempo, Jul.-Aug. 1995, pp. 82-89.
13. "Exploding the Myth of Constitutional Homosexuality," National Association for Research and Therapy of Homosexuality, www.leaderu.com/orgs/narth/exploding.html. (Our emphasis.)
14. "Cachorro Gay?"
15. Bagemihl, p. 2. (Our emphasis.)
16. Dinitia Smith, "Love That Dare Not Squeak Its Name," The New York Times, Feb. 7, 2004. (Our emphasis.)
17. LeVay, p. 209.
18. Quoted by Dinitia Smith, "Love That Dare Not Squeak Its Name."
19. Bruto Maria Bruti, Domande e risposte sul problema dell'omosessualità, www.paginecattoliche.it/domande_omosessualita.htm. (Our emphasis.)
20. "O homem é corretamente definido como um animal racional; animal refere-se ao gênero próximo; racional refere-se à diferenciação específica." Joannes di Napoli, Manuale Philosophiae (Turin, Italy: Marietti Editori, 1961), Vol. II, p. 165.
21. Bagemihl, p. 5.
22. Ibid., p. 215.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Papai, te apresento meu namorado!
Isto quando dito por uma menina ou uma mulher adulta.
E quando dita por um menino ?
Para vc, que tem um filho que já passou dos 15 anos e que surpreende toda família com esta "notícia" bomba, te pegando desprevenido, numa bela tarde de sábado, quando você estava todo feliz, fazendo os preparativos do seu churrasco.
Com a bem provável admissão do "ensino do homossexualismo" nas escolas, este é o quadro que se mostra diante de nós, já que certamente tentarão dar caráter de nromalidade a esta aberração !!!
Assi, seu filho aprendeu na escola que o "amor" não escolhe raça, nem credo, nem religião e, muito menos, sexo, pois é isso que os homossexuais tentam ensinar nas escolas e passar para a sociedade, fazendo do jovem seu alvo predileto, haja vista serem estes susceptíveis a vícios e “novas” idéias, principalmente se estas vão na contra-mão daquilo que entendemos por correto...além, é claro, das aulas de biologia que ingressarão paulatinamente para dar sustento à bizarria (como fizeram a pornografia e a pornofonia na nossa tv, e em plena luz do dia assistimos cenas de sexo explícito com as quais ninguém mais se escandaliza).
Como vc é um sujeito liberal e acredita nos direitos iguais, na liberdade total e no estado laico, o quadro que se está pintando diante da sua casa, é mais ou menos o seguinte:
Você, meio constrangido, mas querendo se manter nos padrões de liberdade (libertinagem), resolve concordar e até receber o viadão (na faixa dos seus 20 anos) em sua casa.
Enquanto você está "todo feliz" com seus amigos em torno da sua piscina, preparando seu churrasco, a visão do seu filho de mãos dadas com o namorado te angustia e cria um certo clima de constrangimento entre os seus amigos, acostumados a jogar boliche, futebol, pescar e a fazer escaladas e rapel com vc.
Para seu desespero, num dado instante, vc percebe que o namorado do seu filho, deu um tapinha "carinhoso" na bunda do menino e, ao mesmo tempo que te vem aquele pensamento horrível do garotão malhado, forte e efeminado "comendo" o seu filho, vc corre os olhos pelo local para se certificar que só vc viu a "passsadinha de mão".
Porém o que te preocupa mais ainda é que você que teve a impressão de que seu filho gostou, e aquela liberdade que vc tanto pregava parece estar dando lugar a um outro sentimento.
Terminado o churrasco, seus amigos se despedem, alguns com um olhar de satisfação por saberem que não somente eles tem que lidar com este problema já que, devido ao novo sistema de ensino, alguns devem se ver às voltas com homossexualismo dentro de suas casas.
Depois que todos foram embora, alguns se despedindo com um olhar do tipo "meus pêsames", você entra em casa, atordoado a ponto de nem se lembrar onde está seu filho.
Andando pela sua cozinha, que dá vista para a piscina, você vê, à luz do luar, seu filho beijando, romanticamente, o namorado e enquanto percebe que o garotão enfia a língua na boca do seu filho como se fosse uma sonda gástrica, repara que o seu querido garoto, apalpa o cacete do marombeiro.
Uma cena para que você possa dimensionar a merda que deve ser passar por isso: Imagine que você resolveu dar uma volta na cidade e deu de cara com a infeliz parada bizarra gay. Sendo obrigado a passar entre a bicharada, você de repente dá de cara com seu filho, nessa situação:
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Nesta hora vc começa a entrar em desespero e chama (melhor, grita) por sua mulher- uma psicóloga liberal que tentou de tudo para criar este clima de liberdade dentro de casa o que fez com que vc mudasse, completamente, “antiquados” conceitos que possuia antes de se casar.
Apesar de sua esposa ser uma declarada liberta e trepar com vc como se fosse uma vadia (o que é lógico e prazeroso, tratando-se de um casal – homem e mulher), a pregada liberdade estava saindo do âmbito do seu leito e adentrando num mundo que confunde liberdade com promiscuidade, falta de vergonha na cara, falta de higiene, bizarria, demência e outras aberrações, como se esta palavra (liberdade) fosse um salvo conduto para se fazer o que bem entendemos.
Quando sua mulher dá de cara com a cena, entra em pânico - pois uma coisa é dizer que não é contra e outra é presenciar isto dentro do seio familiar - e parte para o escândalo, expulsando o marombeiro "viado" da sua casa e mandando seu filho "viadinho" para o quarto como uma dondoca chorona.
Daí para a frente, o que você faz ?
Lembre-se que se concordar, terá que ficar ouvindo os estalinhos dos beijinhos dos dois na varanda da sua casa e, às 11 horas (pois vc é um cara que gosta de regras), verá seu filho tomando um amasso diante do portão, levando passada de mão na bunda, chupão e línguada na boca, sabendo que os vizinhos estão atentos em suas janelas entre-abertas.
O dia do pesadelo.
Porém, chegará o dia !!! Aquele dia em que todo pai pega seu filho comendo a filha do vizinho, no seu quarto.
Porém neste dia, quando você estiver chegando de surpresa em casa, após ter festejado com sua esposa, todo feliz com um novo contrato que conseguiu para sua empresa, abrirá a porta do quarto e dará de cara com seu garotinho - aquele que você ninou, criou com tanto carinho, fez planos, comprou bola de basket, tirou foto fingindo ser o Hulk, vestiu de super-homem na festinha de aniversário - sendo literalmente possuído pelo marombeiro que está metendo seu cacete no bumbum que você passou talco e limpava com todo cuidado do mundo e com um tremendo escrúpulo pois é seu filho e também por ser um MENINO, caramba !!!!!
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Agora seja sincero e diga a verdade !!! Como você reagiria diante desta cena dantesca ???
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Você realmente não iria se importar com isso e consentir que seu filho continuasse a ser "enrabado" por este e outros namorados que virão ???
Pois é isto que os homossexuais pretendem, com sua reivindicação em "ensinar a história (como se tivesse alguma) e cultura (promiscuidade e bizarria) homossexual, nas escolas".
http://www.gaybrasil.com.br/notas.asp?Categoria=Radar&Codigo=1239
Você vai permitir que isto seja ensinado ao seu filho ???
Autor: Joaquim Lubrano.

